MACAÚBAS – BAHIA TEVE ATÉ O DIA 02 DE AGOSTO, 22 PESSOAS CONTAMINADAS PELA COVID-19, O PODER PÚBLICO MUNICIPAL VEM FAZENDO A PARTE DELES, AGORA A POPULAÇÃO TAMBÉM PRECISA AJUDAR FAZENDO A DELA TAMBÉM...
Vamos nos cuidar, a COVID-19 é real e esta matando muita gente, se sair de casa, lave bem as mãos, passe álcool gel, não leve as mesmas ao rosto, use máscara e evite aglomerações.
MENSAGEM DE UMA MACAUBENSE
Lamentável essa situação por que passa Macaúbas, vamos nos cuidarmos e cuidar de que amamos. Não saia de casa sem necessidade, e se precisar sair, use máscara, lave bem as mãos, use álcool gel e evite aglomerações!
Que deus nos proteja.
Taty
#TodosNaPrevençãoDoCoranavírus
#IsolamentoSocial
#FiqueEmCasa
#Macaúbas
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Embora
o vírus COVID-19 não seja um "organismo", mas sim estruturas simples
se comparados a células, este ditado popular se cumpre em nossa realidade
atual. Não sabemos se ficamos ou se corremos.
Pandemia
é assim, ela desestabiliza todo o mundo. Vidas se perdem, dores, dúvidas e
medos são vivenciados.
Mas, diante de tudo isto uma certeza
temos: PASSARÁ.
Estamos iniciando a semana com 18 casos da COVID-19, o Poder Público Municipal vem fazendo a parte deles, agora a população também precisa ajudar fazendo a dela também...
Vamos nos cuidar, a COVID-19 é real e esta matando muita gente, se sair de casa, lave bem as mãos, passe álcool gel, não leve as mesmas ao rosto, use máscara e evite aglomerações.
O relatório mais recente da OMS (Organização Mundial da
Saúde) indicou que o número de mortos em decorrência do
novo coronavírus ao redor do mundo subiu para 593.087.
No período registrado, os três países onde houve maior
número de novos casos foram Estados Unidos (71.484), Brasil (45.403) e Índia
(34.884). Neste mesmo intervalo de tempo, Brasil (1.322), Chile (1.057) e
Estados Unidos (921) foram os que registraram o maior número de novas mortes.
Os dados foram compilados com informações recebidas pela organização
até as 5h (de Brasília) do dia 18 de julho. Houve um aumento de 7.360 mortes em
relação às informações disponibilizadas ontem. A quantidade de casos de
covid-19 confirmados oficialmente aumentou para 13.876.441 casos. Vale
ressaltar que os dados estão defasados em relação aos últimos levantamentos
divulgados individualmente pelos países, já que foram fechados no começo do dia
pela OMS. Consideradas as informações disponíveis, a taxa global de mortalidade
dos casos confirmados de coronavírus é de 4,2%. Os casos confirmados estão
distribuídos da seguinte maneira:
Américas: 7.306.371
(52,65%)
Europa: 3.042.330 (21,92%)
Região do Leste Mediterrâneo: 1.360.791 (9,80%)
Região Africana***: 561.466 (4,04%)
Sudeste Asiático: 1.347.954 (9,71%)
Região do Oeste Pacífico: 256.788 (1,85%)
Outros: 741 (0,00%)...
A seguir, a lista dos principais países com casos do novo
coronavírus:
Estados Unidos - 3.544.143 casos, 137.674 mortes
Brasil - 2.012.151 casos, 76.688 mortes
Índia - 1.038.716 casos, 26.273 mortes
Rússia - 765.437 casos, 12.247 mortes
Peru - 341.586 casos, 12.615 mortes
África do Sul - 337.594 casos, 4.804 mortes
Chile - 326.539 casos, 8.347 mortes
México - 324.041 casos, 37.574 mortes
Reino Unido - 293.243 casos, 45.233 mortes
Irã - 269.440 casos, 13.791 mortes
Paquistão - 261.917 casos, 5.522 mortes
Espanha - 260.255 casos, 28.420 mortes
Arábia Saudita - 245.851 casos, 2.407 mortes
Itália - 243.967 casos, 35.028 mortes
Turquia - 217.799 casos, 5.458 mortes
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1. REVISÃO DE CRENÇAS E VALORES
A crise de saúde
pública é definida por alguns pesquisadores como um reset, uma
espécie de um divisor de águas capaz de provocar mudanças profundas no
comportamento das pessoas. “Uma crise como essa pode mudar valores”, diz Pete
Lunn, chefe da unidade de pesquisa comportamental da Trinity College Dublin, em
entrevista ao Newsday.
“As crises obrigam as comunidades a se unirem e trabalharem
mais como equipes, seja nos bairros, entre funcionários de empresas, seja o que
for... E isso pode afetar os valores daqueles que vivem nesse período —assim
como ocorre com as gerações que viveram guerras”.
Já estamos começando a ver esses sinais no Brasil —e no
centro de São Paulo, com vários exemplos de pessoas que se unem para
ajudar idosos, por exemplo.
2. MENOS É MAIS
A crise financeira decorrente da pandemia por si só será um
motivo para que as pessoas economizem mais e revejam seus hábitos de
consumo. Como diz o Copenhagen Institute
for Futures Studies, a ideia de “menos é mais” vai guiar os consumidores
daqui para frente.
Mas a falta de dinheiro no momento não será o único motivo.
As pessoas devem rever sua relação com o consumo, reforçando um movimento que
já vinha acontecendo. “Consumir por consumir saiu de ‘moda’”, escreve no
site O
Futuro das Coisas Sabina Deweik, mestre em comunicação semiótica pela
PUC e pesquisadora de comportamento e tendências.
O outro lado desse processo é um questionamento maior do modelo de capitalismo baseado
pura e simplesmente na maximização dos lucros para os acionistas. “O
coronavírus trouxe para o contexto dos negócios e para o contexto pessoal a
necessidade de revisitar as prioridades. O que antes em uma organização gerava
resultados financeiros, persuadindo, incentivando o consumo, aumentando a
produção e as vendas, hoje não funciona mais”, diz Sabina.
“Hoje, faz-se necessário pensar no valor concedido às
pessoas, no impacto ambiental, na geração de um impacto positivo na sociedade
ou no engajamento com uma causa. Faz-se necessário olhar definitivamente com
confiança para os colaboradores já que o home office deixou de ser
uma alternativa para ser uma necessidade. Faz-se necessário repensar a
sociedade do consumo e refletir o que é essencial.”
3. RECONFIGURAÇÃO DOS ESPAÇOS DO COMÉRCIO
A pandemia vai acentuar o medo e a ansiedade das pessoas e estimular
novos hábitos. Assim, os cuidados com a saúde e o bem-estar, que estarão em
alta, devem se estender aos locais públicos, especialmente os fechados, pois o
receio de locais com aglomeração deve permanecer.
“Quando as pessoas voltarem a frequentar espaços públicos,
depois do fim das restrições, as empresas devem investir em estratégias para
engajar os consumidores de modo profundo, criando locais que tragam a eles a
sensação de estar em casa”, diz um relatório da
WGSN, um dos maiores bureaus de pesquisas de tendências do mundo.
Eis um ponto de atenção para bares, restaurantes,
cafeterias, academias e coworkings, que devem redesenhar seus espaços para
reduzir a aglomeração e facilitar o acesso a produtos de higiene, como álcool
em gel. Os espaços compartilhados, como coworkings, têm um grande desafio
nesse novo cenário.
4. NOVOS MODELOS DE NEGÓCIOS PARA RESTAURANTES
Uma das dez tendências apontadas pelo futurista Rohit
Bhatgava é o que ele chama de “restaurantes fantasmas”, termo usado
para descrever os estabelecimentos que funcionam só com delivery. Como a
possibilidade de novas ondas da pandemia num futuro próximo, o setor de
restaurantes deve ficar atento a mudanças no seu modelo de negócios, e o
serviço de entrega vai continuar em alta e pode se tornar a principal fonte de
receita em muitos casos.
5. EXPERIÊNCIAS CULTURAIS IMERSIVAS
Como resposta ao isolamento social, os artistas e produtores
culturais passaram a apostar em shows
e espetáculos online, assim como os tours virtuais a museus ganharam
mais destaque. Esse comportamento deve evoluir para o que se pode chamar de
experiências culturais imersivas, que tentam conectar o real com o virtual a
partir do uso de tecnologias que já estão por aí, mas que devem se disseminar,
como a realidade aumentada e virtual, assistentes virtuais e máquinas
inteligentes.
De acordo com o estudo Hype Cycle, da consultoria
internacional Gartner, as experiências imersivas são uma das três grandes
tendências da tecnologia. Destacamos aqui a área cultural, mas isso também se
estende a outros setores, como esportes, viagens a varejo, conforme indica o
relatório A
Post-Corona World, produzido pela Trend Watching, plataforma global de
tendências.
6. TRABALHO REMOTO
O home office já era uma realidade para muita gente,
de freelancers e profissionais liberais a funcionários de companhias
que já adotavam o modelo. Mas essa modalidade vai crescer ainda mais. Com a
pandemia, mais empresas —de diferentes portes— passaram a se organizar para
trabalhar com esse modelo. Além disso, o trabalho remoto evita a necessidade de
estar em espaços com grande aglomeração, como ônibus e metrôs, especialmente em
horários de pico.
7. MORAR PERTO DO TRABALHO
Essa já era uma tendência, e morar no centro de São Paulo se
tornou um objeto de desejo para muitas pessoas justamente por conta disso,
entre outros motivos. Mas, com o receio de novas ondas de contágio, morar perto
do trabalho, a ponto de ir a pé e não usar transporte público, deve se tornar
um ativo ainda mais valorizado.
8. SHOPSTREAMING
Com o isolamento social, as lives explodiram,
principalmente no Instagram. As vendas pela Internet também, passando a ser uma
opção também para lojas que até então se valiam apenas do local físico. Pois
pense na junção das coisas: o shopstreaming é isso. Uma versão
Instagram do antigo ShopTime.
9. BUSCA POR NOVOS CONHECIMENTOS
Num mundo em constante e rápida transformação, atualizar
seus conhecimentos é questão de sobrevivência no mercado (além de ser um
prazer, né?). Mas a era de incertezas aberta pela pandemia aguçou esse
sentimento nas pessoas, que passam, nesse primeiro momento, a ter mais contato
com cursos online com o objetivo de aprender coisas novas, se divertir e/ou se
preparar para o mundo pós-pandemia. Afinal, muitos empregos estão sendo
fechados, algumas atividades perdem espaço enquanto outros serviços ganham
mercado.
10. EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
Se a busca por conhecimentos está em alta, o canal para isso
daqui para frente será a educação
a distância, cuja expansão vai se acelerar. Neste contexto, uma nova figura
deve entrar em cena: os mentores virtuais. A Trend Watching aposta
que devem surgir novas plataformas ou serviços que conectam mentores e
professores a pessoas que querem aprender sobre diferentes assuntos.
Após vencer a infecção pelo Sars-CoV-2, pacientes podem ter
que enfrentar complicações na recuperação, indicam estudos.
Para alguns pacientes recuperados da COVID-19, a notícia da
cura pode não ser o fim. Estudos têm associado à infecção por Sars-CoV-2 ao
desenvolvimento de problemas como doenças coronarianas, neurológicas e
endocrinológicas, mesmo quando não há mais carga viral circulante. Assim como a
suscetibilidade ao micro-organismo e a severidade dos sintomas, não se sabe por
que parte da população afetada pelo coronavírus sofrerá de enfermidades durante
e depois do tratamento.
Como se trata de uma doença nova, com mecanismos que ainda
estão sendo estudados, a ciência está apenas começando a coletar dados sobre
complicações de longo prazo, pós-covid. Os Serviços Nacionais de Saúde da
Inglaterra estimam que, entre os pacientes que foram hospitalizados devido ao
Sars-CoV-2, 45% necessitarão de cuidados mesmo em casa, 4% precisarão de algum
tipo de reabilitação (como fisioterapia pulmonar) e 1% terá de receber
tratamento médico para o resto da vida.
As complicações de longo prazo não são uma característica
apenas do Sars-CoV-2. Em 2003, foi registrado, na Ásia, o primeiro caso de
Sars, doença respiratória provocada pelo coronavírus Sars-CoV, o “primo” mais
próximo do micro-organismo causador da COVID-19. Naquele ano, a enfermidade
espalhou-se para a Europa, a América do Sul e a América do Norte. Nos seis
meses de surto, foram 8.422 casos — três deles no Brasil — e uma taxa de
mortalidade de 11%. Passada a pandemia, muitos dos infectados apresentaram
sequelas.
Um artigo retrospectivo de pesquisadores chineses publicado
na revista Respirology em novembro de 2003 apontou que, meses após a alta, até
21% dos ex-pacientes de Sars sofriam de doenças pulmonares e respiratórias.
Outra complicação foi uma síndrome de fadiga pós-viral, causada, em parte, pela
insuficiência adrenal — condição em que as glândulas suprarrenais não produzem
cortisol suficiente, como resultado de danos ao sistema hipofisário. Durante a
epidemia de Sars, os pacientes que desenvolveram insuficiência adrenal
geralmente se recuperaram em um ano.
Na pandemia da COVID-19, uma das sequelas mais bem-estabelecidas,
por ora, são as neurológicas. Até pouco tempo atrás, os estudos sobre os danos
no sistema nervoso central referiam-se a um número modesto de pacientes. Porém,
em 26 de junho, a revista Lancet publicou a primeira pesquisa com 125 pessoas,
realizada na Inglaterra. Dessas, 77 sofreram derrame, sendo que 57 tiveram
acidente vascular cerebral. Do total, nove apresentaram encefalopatia
(disfunção cerebral que causa diversas condições, como alterações
comportamentais e dificuldades de concentração) e sete tiveram encefalite.
Alzheimer
O estudo ressalta que os pacientes precisam ser acompanhados
por mais tempo para observar se as sequelas serão crônicas. Mas um dos autores
principais, Benedict Michael, da Universidade de Liverpool, destacou, em
entrevista à Lancet, que essas informações precisam ser estudadas a fundo pela
neurociência e levadas em consideração nas futuras políticas públicas de
combate à COVID-19.
“Precisamos entender melhor como as células cerebrais são
afetadas pela COVID-19, quais são essas células e como podemos retardar os
danos”, diz Valina Dawson, diretor do programa de neurodegeneração e
células-tronco do Instituto de Engenharia Celular em Jonhs Hopkins. O
neurocientista começou um projeto de estudo para criar, com células-tronco,
“minicérebros” em laboratório, onde será possível investigar como o Sars-CoV-2
afeta o órgão. Também faz parte da pesquisa o acompanhamento de pacientes para
verificar os efeitos de longo prazo da infecção no sistema nervoso central.
O cientista interessa-se particularmente pelas proteínas tau
e alfa-sinucleína, que, quando danificadas, relacionam-se com as doenças
neurodegenerativas de Alzheimer e Parkinson, além da esclerose lateral
amiotrófica. Uma preocupação de Dawson é que as substâncias estressoras
liberadas pelo organismo durante a infecção de COVID-19 pode fazer como que
essas proteínas se acumulem, gerando o que ele chama de “um tsunami do aumento
de doenças neurodegenerativas entre os sobreviventes”.
“À medida que ganhamos mais experiência sobre esse novo
patógeno, nós percebemos que seu impacto negativo vai além do sistema
respiratório”, diz William Brady, pesquisador da Universidade da Virgínia e um
dos autores de um estudo que associa a COVID-19 a complicações
cardiovasculares. “Estamos vendo mais e mais pacientes com doenças relacionadas
à covid-19, o que tem nos mostrado o tamanho do seu impacto no organismo em
geral e, em particular, no sistema cardiovascular.”
Segundo Brady, a COVID-19 causa inflamações severas no
organismo — uma das explicações é que, para combater a infecção, o corpo libera
substâncias chamadas citocinas, que, em grandes quantidades, acabam
desencadeando o processo inflamatório. “Isso aumenta o risco de formação de
placas gordurosas nas artérias sanguíneas, levando a ataques cardíacos e
derrames”, diz. Essas são condições que podem deixar sequelas para o resto da
vida, lembra Brady.
Na semana passada, um artigo publicado no Journal of
Endocrine Society, dos Estados Unidos, alertou que a COVID-19 afeta severamente
o sistema endócrino. “O vírus que causa a COVID-19 se liga ao receptor ACE2,
uma proteína que é expressa em muitos tecidos. Isso permite que ele entre nas
células endócrinas e cause o caos associado à doença”, destaca Noel Pratheepen
Soasundaram, do Hospital Nacional do Sri Lanka, principal autor do estudo.
O cientista diz que a COVID-19 pode levar a novos casos de
diabetes e ao agravamento dessa condição preexistente. De acordo com
Soasundaram, isso acontece porque o Sars-CoV-2 interrompe, nas células, a
produção de insulina. Dessa forma, os níveis de glicose no sangue podem se
elevar.
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Após reuniões virtuais com prefeitos e prefeitas entre quarta e sexta-feira (10), o governador Rui Costa estabeleceu, em conjunto com as administrações municipais, medidas mais duras para barrar o crescimento da disseminação da Covid-19 em 62 cidades.
Em decreto publicado neste sábado (11), o governador determinou toque de recolher para 44 cidades e estendeu a medida para outras 31.
As ações anunciadas serão mais duras nos municípios que apresentam as maiores taxas de crescimento da doença na Bahia.
Para categorizar as ações, a gestão estadual dividiu os municípios atingidos em três “anexos”, que terão níveis diferentes de medidas.
Entre as ações que serão adotadas estão a restrição de circulação de pessoas à noite, a restrição de atividades econômicas e a delimitação do horário de funcionamento dos serviços essenciais. O governo da Bahia ainda encaminhou ofício ao Tribunal de Justiça da Bahia e o Ministério Público com solicitação de apoio ao Estado e Municípios.
O decreto estabelece medidas voltadas a três grupos distintos de municípios, distribuídos da seguinte maneira:
Fazem parte do (anexo 1), 22 cidades: Cachoeira, Camamu, Campo Formoso, Catu, Conceição do Coité, Filadélfia, Gentio do Ouro, Guaratinga, Ibirapitanga, Igrapiúna, Ipiaú, Ituberá, Maragogipe, Nazaré, Nilo Peçanha, Nova Soure, Paulo Afonso, Ruy Barbosa, Santo Estêvão, Taperoá, Uauá e Valença.
Compõem o (anexo 2), outros 22 municípios: Alagoinhas, Amélia Rodrigues, América Dourada, Barra do Choça, Barro Preto, Buerarema, Casa Nova, Ibirataia, Iraquara, Irecê, Jaguaquara, Jequié, João Dourado, Macururé, Mucuri, Presidente Tancredo Neves, Queimadas, Santa Bárbara, São Gonçalo dos Campos, Serrinha, Ubaitaba e Wenceslau Guimarães.
Por fim, o (anexo 3) lista 18 cidades: Apuarema, Caravelas, Conceição do Almeida, Conceição do Jacuípe, Cruz das Almas, Gandu, Ibotirama, Ilhéus, Itapetinga, Jacobina, Luís Eduardo Magalhães, Nova Ibiá, Porto Seguro, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Ubatã, Uma e Vera Cruz.
VEJA A LISTA DE MEDIDAS:
1 – O toque de recolher está determinado das 18h às 05h, a partir da 0h da próxima segunda-feira (13) até as 24h do dia 19 de julho, para os municípios dos anexos 1 e 2, em conformidade com as condições estabelecidas nos respectivos Decretos Municipais. A circulação noturna estará liberada apenas para ida a serviços de saúde ou farmácia, ou ainda em situações em que fique comprovada a urgência.
2 – Nos municípios que integram o anexo 2, também entre 13 e 19 de julho, está autorizado entre 5h e 16h apenas o funcionamento dos serviços essenciais, e em especial as atividades relacionadas ao enfrentamento da pandemia, o transporte e o serviço de entrega de medicamentos e demais insumos necessários para manutenção das atividades de saúde, as obras em hospitais e a construção de unidades de saúde.
3 – O decreto também ratifica as medidas adotadas pelos Municípios que integram o anexo 3, na forma dos respectivos Decretos Municipais.
4 – A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) apoiará as medidas necessárias adotadas pelos Municípios, em conjunto com a Guarda Municipal.
5 – Os órgãos especiais vinculados à Secretaria da Segurança Pública observarão a incidência dos arts. 268 e 330 do Código Penal, nos casos de descumprimento do quanto disposto neste Decreto.
ALINHAMENTO COM MUNICÍPIOS
O governador explica que após três dias de reuniões foi possível ter um diagnóstico mais preciso das dificuldades enfrentadas pelos gestores municipais, bem como pactuar o conjunto de medidas aprovado de forma unânime.
“Estaremos com as medidas de restrição de circulação à noite para evitar, por exemplo, que muitos jovens se reúnam para beber em festas e encontros.
Os prefeitos têm relatado muita dificuldade com essa situação que ajuda no aumento da contaminação.
Também iremos aumentar a testagem das pessoas nestes municípios. Além disso, iremos adotar maior rigor na fiscalização para que os contaminados não saiam de casa”, assegurou o governador.
Rui pontuou que pessoas com diagnóstico positivo para o novo coronavírus não têm respeitado os decretos já publicados e tampouco seguem as orientações das equipes de saúde.
“Se for o caso, orientaremos que seja realizada denúncia à polícia e ao Ministério Público para providências junto ao juiz local.?"
Todas as medidas nesse sentido serão para que quem estiver contaminado não saia de casa, acrescenta.
Rui ainda ressaltou que todas as novas medidas foram acordadas com os gestores municipais. “O estado só estabelece tais medidas porque houve concordância plena dos prefeitos. Esse tem sido o padrão desde o início da pandemia. Só aplicamos um novo protocolo com 100% de concordância”.
NA RMS
Está publicado, também no DOE deste sábado (11), decreto que prorroga a suspensão da circulação noturna em municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS), e inclui outras cidades na medida restritiva. Camaçari, Candeias, Dias d’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho, Mata de São João, Pojuca, que fazem parte da RMS, além de Conde e Terra Nova, terão toque de recolher, entre 18h e 5h, até 19 de julho.
O decreto estadual, que está em conformidade com as condições estabelecidas nos respectivos Decretos Municipais, também restringe o funcionamento do comércio. Fica autorizado, das 5h às 17h, somente o funcionamento dos serviços essenciais, e em especial as atividades relacionadas ao enfrentamento da pandemia, o transporte e o serviço de entrega de medicamentos e demais insumos necessários à manutenção das atividades de saúde, as obras em hospitais e a construção de unidades de saúde.
Informações do Bahia Notícais e Bom Jesus da Lapa Noticias.




























