quarta-feira, 29 de julho de 2020

PANDEMIA E IGREJAS


Quase todos sabemos que essa pandemia, está  trazendo vários dilemas  jamais visto na história da humanidade, dentre eles: os científicos, sóciais, econômicos, administrativos etc: 

Ato continuo, ouvimos um áudio de um membro de uma igreja "protestante" de Macaúbas (que não se identifica, não se sabe se é realmente Pastor ou é Fake), protestando sobre o novo decreto municipal, "fechando os templos por 15 dias" e não concordei com o mesmo áudio.... por que?


Além dos PASTORES já tendo cido comunicado pelo comitê gestor da PANDEMIA sobre o novo Decreto,  todos sabemos que  reuniões em igrejas (todas sem exceção), mesmo com a boa vontade de seus membros, é impossível evitar o contato entre pessoas, uma vez que os ambientes sempre são fechados, sendo que mesmo com o uso do álcool gel e das máscaras  se algum dos presentes estiver  com o vírus (principalmente os  assintomáticos ), pode sim transmitir ou propagar o patogeno (vírus), uma vez que qualquer descuido....  mesmo sem sem querer,  pronto, teremos mais uma pessoa contaminada ou várias.

Porém agora o que mais nos faz questionar; Será que essas pessoas não podem "dar um tempinho", de apenas 15 dias "sem igrejas abertas"? 

Isso visando a proteção dos seus próprios membros, também colaborando com não propagação do vírus, em nosso Município; Será que eles também não podem orarem em suas residências?  

Por fim, citamos o evangelho apócrifo do apóstolo Tomé, onde ele diz:

"Intuído pelo encontro com Jesus", qualquer ser humano pode "invocar por Deus", desde de que tenha "pré-requisitos" para isso, ou seja..... as igrejas são "apenas complementos " , evidente, que "complementos, muito  necessários ", todavia, não será por apenas 15 "dias de falta", que toda fé  ou devoção irá ser prejudicada!  

Juízo de valor, pessoal, também não desejamos polêmicas teológicas com ninguém, evidente eles têm o direito "de não corcordarem" com o Decreto Municipal! 

Vale apenas ressaltar que todos os países que tomaram medidas "de força", no início da PANDEMIA, exemplo da Mongólia, nem mais se fala em vírus! 

Democracia, "em excesso ", às vezes atrapalha, uma vez que são milhares de interpretações e subjetivimos, e por vezes, "dúbios" os pensamentos.

ANÍBAL CAJADO / JOVANE SALES




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