sábado, 8 de agosto de 2020

HOMENAGEM AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE




Gostaria de fazer uma homenagem aos Profissionais da Saúde que estão colocando suas vidas em risco para salvar a da população, mesmo assim ainda tem muita gente que finge não acreditar na COVID-19, um vírus de fácil transmissão que já tirou a vida de  98.650 Brasileiros e de 702.642 pessoas no mundo, essa pessoas não fazem sua parte para salvar a sua vida, de sua família e de amigos.


Em nome de minha prima Aline Sales, usando touca verde, sorridente, neta do meu Tio, saudoso Padrinho Jaime Sales, trabalhando com responsabilidade e amor à profissão; enfermeira, linha de frente, num hospital de SP, nessa Pandemia braba, fica nossa gratidão a todos os Profissionais de Saúde e de outros órgãos que estão trabalhando na PANDEMIA DA COVID-19, seremos eternamente gratos a vocês.

Que Deus proteja às pessoas que, arriscam a sua própria vida em favor do próximo.





SENHOR! Escutai as nossas preces.

“Nos momentos em que a necessidade dos médicos é altíssima, isto é, durante as grandes epidemias, eles estão mais expostos ao perigo”. Com essa frase, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche resume o papel dos profissionais da saúde em épocas como a nossa, em que o surto de uma doença extremamente infecciosa gera uma pandemia que afeta e ameaça a vida de milhares de pessoas.


Em tempos como esse que nos coube forçosamente viver, época de grande perigo e consternação, os profissionais da saúde são os primeiros a serem expostos, porque sua vocação é atuar nas fronteiras, lá onde a vida encontra-se em ameaça e os rostos humanos expressam medo e dor. É diante desse olhar sofrido do outro que médicos, enfermeiros e demais profissionais, ouvem o apelo mais profundo da humanidade, na sua hora mais verdadeira porque mais frágil.


É diante do enigma ético do rosto de seus pacientes, isolados e sozinhos em um leito, que tais profissionais realizam a sua vocação para o cuidado. Cuidar é responsabilizar-se pelos outros, cumprindo a faculdade, a disposição e a pré-ocupação com o outro, desse ofício apurado nas casas da dor e nos fundos do silêncio, lá onde há choro e ranger de dentes e onde poucos de nós gostaríamos ou teríamos coragem de estar.


Por isso, que tais profissionais sejam reverenciados. Em suas mãos, todos entregamos o que nos é mais caro, a nossa própria vida. Por isso, toda política de estado deve incentivar esse reconhecimento e favorecer essa confiança, a fim de contribuir para que o conhecimento, teórico e prático, seja incrementado, com verbas, oportunidades, salários adequados e, sobretudo, deferência e consideração.


É hora – agora como nunca – de homenagear quem tem o poder curativo. Se não ele, pelo menos o poder de aliviar as dores e oferecer consolo, cuja urgência é planetária.


Nessa época de escuridão, não há nada que substitua essa vocação: todos sabemos que, em caso de necessidade, eles estarão lá, à nossa espera. O reconhecimento da função social desses agentes é tão necessária quanto é a certeza de que a maioria de nós estará, cedo ou tarde, em suas mãos. Para que eles façam o seu melhor para todos – e inclusive para nós, quando chegar a nossa hora - que sejam valorizados e reconhecidos a todo tempo. Palmas e apitos para essa gente toda que celebra a essência humana com tanto empenho, dedicação e entusiasmo, apesar de todos os riscos e a despeito de muitos detratores.





FONTE: SAÚDE DEBATE


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