terça-feira, 22 de setembro de 2020

É POSSÍVEL DIZER MUITAS COISAS COM POUCAS PALAVRAS; ESCRITO PÔR "Luiz Rocha e Mariana Costa"

Nesse momento em que o mundo chora tanto pela perda de pessoas especiais que foram tiradas de nós pela COVID-19 e que muitos Brasileiros parecem não enxergar que todo dia em nosso país morrem cerca de mil Brasileiros por esse vírus, pessoas especiais estão atentas e têm a força para em palavras dizer que só depende de nós....

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.


Mariana Costa, cuja família é natural de Canatiba / Macaúbas / Bahia publicou um belo verso que gostaria de mostrar a todos, como minha amiga é Advogada solicitei sua autorização para não ter que pagar Direitos Autorais.  

Você decide como será o seu dia! Que a escolha seja sua, não delegue a ninguém! 

Decida ser feliz, planeje com o coração, faça você!

Sua felicidade depende de você...

Você pode decidir  # Seja feliz # Viva com amor # Acredite em deus # Confie em deus # Vamos ser felizes


Esse outro belo poema foi publicado pelo também Doutor Luis Rocha, esse também é Doutor mas, não precisei pedir autorização porque é primo, e acho que não me processa. 

FLORES DA PRIMAVERA

 Diz o poeta que "viver é afinar o instrumento, de dentro pra fora, de fora pra dentro, a toda hora, a todo momento".

E arremata: "tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo".

O odor da primavera chegou com os primeiros raios da manhã. Lá fora as flores vibram, espalhando perfume e embelezando a vida.

Lembrei-me por um instante que no quintal da minha casa havia uma roseira, que era cuidada por minha mãe com todo carinho. Tinha também manga tirada do pé e um pequeno regato que corria pelos fundos das casas.

Essa era a Betânia onde nasci, um pequeno lugarejo encravado nos pés da serra geral da Bahia.

CANATIBA

Lá a vida corria sem pressa e as crianças jogavam bola no campinho de areia. "Menino, saia do sol" gritavam as mães, mas menino não costuma dar muito ouvido pra grito de mãe. E elas fingiam que foram escutadas, havia uma cumplicidade recíproca.

Em duas épocas do ano (janeiro e junho), aquele vilarejo recebia seus habitantes que tinham saído pra ganhar a vida. Era a época das festas, missas, batizados e mesas fartas. A atmosfera alegre invadia as ruas.

Essa era a única divisão do tempo, não sabíamos nada sobre estações do ano.

Hoje sei. Sei também que estamos há duas estações (outono e inverno) enfrentando a pandemia voraz.

É uma primavera diferente, mas lá no horizonte já é possível enxergar sinais de calmaria, enquanto ainda singramos as últimas ondas de turbulência.

O leme sempre esteve nas mãos do Maior que já pisou o solo terráqueo: 

O Mestre Divino, o Cristo Planetário!

Avante pois, mantendo sempre a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo, afinando os nossos instrumentos aos acordes desta grande sinfonia do universo!

(José Luiz filho de Nini e Rochão)


LEMBRANÇAS DE CANATIBA










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