sexta-feira, 16 de outubro de 2020

COVID-19: DISPARAM CASOS DE CONTAMINAÇÃO NA REGIÃO DEVIDO ÀS AGLOMERAÇÕES DA CAMPANHA ELEITORAL: IGAPORÃ, BOM JESUS DA LAPA, PARAMIRIM E IBIPITANGA SÃO EXEMPLOS



IBIPITANGA A SITUAÇÃO É MUITO GRAVE


 

IGAPORÃ: O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde de Igaporã, produziu temor na população devido ao número de casos suspeitos de contaminação pelo novo coronavírus, na cidade.

Enquanto no boletim desta quarta-feira (14) não constavam casos suspeitos e somente um caso positivo, nesta quinta (15) foram registrados 26 casos suspeitos, em pleno período de campanha eleitoral para as eleições municipais.

Igaporã já registrou três mortes causadas pela Covid-19, 25 pessoas curadas e 29 registros positivos desde o início da pandemia, com 24 pessoas monitoradas pelo serviço de saúde. Os casos suspeitos aguardam os resultados dos exames enviados ao Lacen.


BOM JESUS DA LAPA: registrou a sexta morte causada pela COVID-19; e 80 novos casos no últimos dias.

Um idoso de 69 anos morreu nesta quinta-feira (15) no Hospital do Oeste, em Barreiras, devido a complicações causadas pela Covid-19. O homem era de Bom Jesus da Lapa e já sofria de hipertensão arterial. Ele foi internado no dia 3 de outubro e transferido para o HO (já são 6 mortos no município). 

 

 


PARAMIRIM: A Secretaria Municipal de Saúde informou nesta tarde a confirmação via teste rápido de mais 03 (três casos) de CORONAVÍRUS.

Os pacientes são contatos dos casos confirmados anteriormente e encontram-se assintomáticos, em isolamento domiciliar e sendo monitorados pela Vigilância Epidemiológica e Equipe COVID-19.

Com os novos registros, o número de casos confirmados ativos subiu de 7 para 10, o pior quadro Epidemiológico desde o início da pandemia.



Vídeo Prefeito Edi Pan explicando sobre a COVID-19

IBIPITANGA: A COVID-19 se tornou comunitária, ou seja, as pessoas infectadas não sabem como pegaram o vírus, não viajaram e não tiveram contato com os doentes, isso é preocupante, a Prefeitura Municipal, Secretaria da Saúde, Polícia Civil, Militar e Poder Judiciário estão fazendo a parte deles, cabe agora a população também ajudarem fazendo a sua.


Depois de avançar rapidamente nos grandes centros urbanos, o novo coronavírus chegou às pequenas principalmente com as aglomerações das campanhas eleitoral.

“Nos municípios de nossa região algumas pessoas estão muito tranquilas, outras muito apavoradas.

Nós Blogueiros e Jornalistas estamos fazendo a nossa parte, orientamos quanto a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual (máscara), uso do álcool gel e lavar sempre as mãos, mostramos também a importância do distanciamento social, evitar as aglomerações principalmente com idosos, que é a classe mais difícil de compreender”.

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que nas últimas semanas houve um aumento no Brasil, em torno de 50% de novos casos, nos municípios que têm até 50 mil habitantes.

 “A ação preventiva é fundamental para evitar que as pessoas fiquem sem ter o atendimento necessário ou tenham que ser deslocadas para os grandes centros sobrecarregando o sistema de saúde”.

A epidemia da COVID-19 pela qual estamos passando é inédita. Nunca tínhamos enfrentado um vírus com uma capacidade de transmissão tão alta, e a velocidade com que nos deslocamos num mundo com sete bilhões de habitantes contribui para a proliferação da doença. Com isso, acredito que o que vamos viver ainda nos próximos dias e meses nunca vivemos na nossa história, já que tudo está sendo e será surpreendente.

A população também precisa fazer sua parte para enfrentar este período tão difícil. Não é hora para pânico, no entanto, respeitar as medidas das Secretarias da Saúde e Prefeituras, acreditar em fontes de informação confiáveis, adotar hábitos de prevenção e praticar a solidariedade são exercícios diários que devemos fazer. Vamos pensar principalmente nos nossos idosos, que são os mais atingidos pela COVID-19, por já ter uma saúde mais debilitada, imunidade frágil e comorbidades.

Temos ainda um longo período pela frente. A epidemia só termina quando se acha um vacina ou uma determinada quantidade de habitantes tiver a doença e desenvolver imunidade e, assim, o vírus não conseguir encontrar mais os suscetíveis. Não sabemos ao certo quando isso ocorrerá, mas medidas eficazes e o compromisso de cada um podem encurtar este momento e salvar vidas.

Com a epidemia, aparecem transformações também. As pessoas aprendem lições de civilidade para uma prevenção mais efetiva: lavar as mãos na frequência adequada, não tossir e jogar gotículas contaminadas de saliva nas outras pessoas, cumprimentar sem dar a mão, entre outras. Vemos que é preciso incorporar esses hábitos como um fator fundamental de proteção à vida, como ocorreu com o uso do cinto de segurança. Todos nós temos que fazer alguns sacrifícios agora, para que essa crise seja menos dolorida possível para a população no Brasil e no mundo.

 

 

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