segunda-feira, 2 de novembro de 2020

FEBRE AFTOSA: SEGUNDA ETAPA DE VACINAÇÃO CONTRA COMEÇOU NESTE DOMINGO 01.NOV.2020


Começou, neste domingo 1.nov.2020, a segunda etapa de vacinação contra a Febre Aftosa em 2020, destinada a bovinos e bubalinos de até dois anos de idade. A Bahia recebeu o status de Zona Livre da Febre Aftosa, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), nos últimos 23 anos de forma consecutiva. A meta é vacinar quase 3,3 milhões de animais na Bahia.

Além de vacinar, o produtor deve declarar todo o rebanho para a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB). Para evitar aglomeração e tornar mais rápida a declaração da vacina, o produtor pode realizar o processo via internet, no site www.adab.ba.gov.br, e também nas lojas de revenda de produtos agrícolas e sindicatos rurais.

O produtor terá que declarar os animais de até dois anos, assim como as demais faixas etárias, e realizar a atualização dos dados cadastrais. A segunda etapa, conforme a ADAB, assume uma maior importância por se tratar de animais mais jovens, alguns ainda não receberam nenhuma dose de vacina e estão com o sistema imunológico em formação e, portanto, mais vulneráveis à doença.

Os pecuaristas que não vacinarem o rebanho durante o período da campanha e não fizerem a declaração ficarão impedidos de vender ou transportar o rebanho.

A CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA NA BAHIA ACONTECE EM DUAS ETAPAS:

1ª Etapa: 1° a 31 de maio para todo o rebanho bovino e bubalino.

2ª Etapa: 1° a 30 de novembro para o rebanho bovino e bubalino com idade de 0 a 24 meses.


Sobre a doença - A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como os bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. Pode ser transmitida principalmente pelo contato dos animais sadios com animais doentes. O vírus pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas que entrem em contato com animais doentes.

A enfermidade provoca graves restrições sanitárias e comerciais ao estado e ao país, desvalorização no preço da arroba, desemprego no setor frigorífico e pode causar embargos comerciais a outros produtos, como o farelo de soja, frutas e exportação de carne de frango e suína, além de grande impacto social e econômico.

 

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