quinta-feira, 22 de abril de 2021

COVID-19: DEPOIS DE MAIS DE 1 ANO FALANDO SÓ DOS EFEITOS RUINS DA COVID-19, ATENDENDO AOS PEDIDOS DOS NOSSOS LEITORES VAMOS COMEÇAR A FALAR DAS COISAS BOAS "VACINA"

Nesse último ano falamos muito, muito mesmo sobre a COVID-19, como se pega, se transmite, os efeitos que ela provoca, pedimos para as pessoas se cuidassem, quem pudesse ficasse em casas, quem tivesse que sair, saísse usando a máscara, evitasse aglomeração, mantendo as mãos sempre limpas lavando-as sempre e passando ao álcool gel, e o mais importante não levasse as mesmas ao rosto; mesmo assim muitas pessoas preferiram fingir que esse vírus não existisse e continuaram desrespeitando as orientações da Secretaria de Saúde.

Agora vendo a necessidade de vivermos no novo normal já que esse não vírus não vai sumir mesmo e teremos que aprender a convivermos com ele, a partir de hoje iremos falar como vivermos com a COVID-19.

Considerando o cenário de pandemia, a aplicação do termo no momento atual faz todo o sentido. Com a imposição do isolamento social, as pessoas logo começaram a desejar que a vida e a rotina voltassem à normalidade. Assim, desde então, discute-se como seria esse novo normal. (Depois falaremos sobre isso) 

Aos amigos e amigas Robério Nunes, Dr. Ricardo, Marcos Pinto, Alex, Tõe Vieira, Gilson Moises, Zé Augusto, Deputado Sérgio Brito, Amelinho, Anibal Cajado, Uirlei, Jamile, Gileninho, Dr. Mauro, Dr. Vitor, Jair de Riacho de Santana, Ulissinho de Livramento, Plinio, Janeide, Laura, Erasmo, Anchiele, Jair Pedra Azul, Zé Carlos, Nelma, Tião Motos, Salomé, Sandra e Peri, Belarmina, Dra. Ilza, Té Oliveira, Evandro Azevedo, Firmino Lapa, Tereza Paramirim, Anderson Canativa, Guiomar de Lindinho, Cristina Vieira, Zezinho Pereira, Gilberto, Elivan, Vereador Rekueijão Ibipitanga, Romilton Moraes, Anderson Biocenter, Vereador Marciel, Valdir de Preto, Osvaldo Oliveira, Anselmo Caires Paramirim, Dr. João e Dr. Carlinhos, Ivan Açude, Roberta Bradesco, Jussilene e Dr. Leo do consorcio da Bacia do Paramirim, Rubens de Brejinhos, Santiago de Botuporã, a turma dos Blogues, Jornais, enfim a todos os amigos e amigas que nos ajudam sempre com as notícias e nos dando dicas para melhorar nosso Blog, vamos atender os pedidos de vocês e falar sobre como conviver com a COVID-19.

Considerando o cenário de pandemia, a aplicação do termo no momento atual faz todo o sentido. Com a imposição do isolamento social, as pessoas logo começaram a desejar que a vida e a rotina voltassem à normalidade. Assim, desde então, discute-se como seria esse novo normal. (Depois falaremos sobre isso) 


Vamos começar falando sobre as vacinas...

Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte.

A maioria das doenças que podem ser prevenidas por vacina são transmitidas pelo contato com objetos contaminados ou quando o doente espirra, tosse ou fala, pois ele expele pequenas gotículas que contém os agentes infecciosos. Assim, se um indivíduo é infectado, pode transmitir a doença para outros que também não foram imunizados.

Graças à vacinação, houve uma queda drástica na incidência de doenças que costumavam matar milhares de pessoas todos os anos até a metade do século passado - como coqueluche, sarampo, poliomielite e rubéola. Mas, mesmo estando sob controle hoje em dia, elas podem rapidamente voltar a se tornar uma epidemia caso as pessoas parem de se vacinar.

As vacinas COVID-19 possuem eficácia de 50,38 a 100% e, por enquanto, são destinadas para as pessoas com mais de 18 anos de idade.

Elas são capazes de produzir proteção contra a doença. O desenvolvimento da imunidade por meio da vacinação significa que há um risco reduzido de desenvolver a doença e suas possíveis complicações. 

Em caso de suspeita de Coronavírus, faça teste para COVID-19 ,mantendo o isolamento social até ter certeza do diagnóstico e aguardando a melhora dos sintomas, essa é uma das melhores.

Estudo indiano aponta que a vacina COVAXIN tem eficácia de 100% contra casos graves de Covid-19.

Nova etapa da análise interina apontou ainda 78% de eficácia global da vacina da Bharat Biotech.

Produzida pela farmacêutica indiana Bharat Biotech, a vacina Covaxin possui eficácia de 100% contra casos graves da Covid-19. Os dados foram divulgados pela empresa na última quarta-feira (21).

Além disso, a eficácia global do imunizante, contra qualquer tipo de caso leve ou moderado, foi de 78%. Houve proteção também de 70% para casos assintomáticos da doença.

Esses são os resultados parciais de uma segunda análise interina dos ensaios clínicos da vacina no país asiático. No início de março, com a conclusão de 43 casos confirmados da COVID-19, os pesquisadores divulgaram uma taxa de eficácia de cerca de 81% contra casos sintomáticos da doença.

A eficácia de 100% foi calculada em um subgrupo de voluntários e reduziu drasticamente as hospitalizações. A expectativa é de conclusão da fase 3 de estudos em junho e submissão dos resultados para uma publicação científica na sequência.

Os estudos clínicos da COVAXIN são atualmente conduzidos na Índia com 25.800 pessoas com idades entre 18 e 98 anos. A vacina é administrada em duas doses, via intramuscular, com intervalo de 28 dias entre elas.


A vacina contra a covid-19 que a AstraZeneca desenvolveu com a Universidade de Oxford se mostrou 79% eficaz na prevenção de doenças sintomáticas em um grande teste no Chile, no Peru e nos Estados Unidos, informou a empresa nesta segunda-feira (22), o que abre caminho para um pedido de aprovação de uso do imunizante nos Estados Unidos.

A Covishield também se mostrou 100% eficaz contra complicações graves ou críticas e hospitalizações e se mostrou segura, disseram os parceiros ainda nesta segunda-feira, ao divulgar os resultados do estudo de estágio avançado em humanos com mais de 32 mil voluntários de todas as faixas etárias.

Os dados darão credibilidade à vacina britânica, depois de estudos de estágio avançado anteriores terem provocado dúvidas sobre a robustez dos dados.

O imunizante se mostrou seguro e 100% eficaz contra casos graves da doença, que precisam de internação de pacientes. A vacina também foi efetiva em 80% em pessoas com mais de 85 anos, afirmou o laboratório. Os resultados foram divulgados pela empresa após testes com 32 mil voluntários em diferentes faixas etárias.... 

Um comentário:

  1. Parabéns pela postagem! Sugiro que em uma das próximas a Coronavac seja contemplada ( a preferida no Brasil, sem que se saiba o motivo), na sequência a Sputinik (Russa) que nosso governador comprará ou já comprou ( mas ainda não recebeu), depois tem a da Pfizer (USA). A razão desta sugestão é que provavelmente usaremos algumas delas no futuro, pois teremos que ser imunizasos todos os anos, como acontece na prevenção da Influenza.

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