segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

COVID-19: O NOVO NORMAL OU O NORMAL?!

Quer queira, quer não o exercício sociológico é questionar o Instituído, ou ao menos o que se tenta instituir por comportamentos isolados que vão se tornando gerais. Parece que nada aprendemos com as epidemias anteriores e muito menos com os exemplos advindos do estado do Amazonas recentemente. As medidas de saúde pública, hoje bem veiculadas pela Organização Mundial  de Saúde, coisa que a século atrás era deficitário, se não forem combinadas com medidas sociais e culturais que se adequem as médias sanitárias podem nos conduzir a uma crise maior e sem precedentes, mas do que aquelas que já sentimos na pele, e que são  visíveis aos nossos olho, talvez estejamos diante só da ponta de um iceberg! 


A cultura negacionista em torno do vírus (COVID-19) vai se arrastando e, de certa maneira, estimulada pelo final de semana prolongado que  cada vez mais contagia mais e mais Macaubenses, sobretudo  combinadas a falta de planejamento estratégico municipal que deveria promover ações estimando a probabilidade dos acontecimentos, e desta forma, ficando a desejar a falta de conscientização oficial e prévia, tanto quanto de decretos municipais prévios para  conter, ou ao menos inibir, certos tipos de comportamentos, que apesar de normais, não são  esperados para o momento, contudo  estimados! 


A higiene/Saúde  mental é um direito de todos, a economia  não pode estagnar, a sociedade não vai parar e nem pode dadas as condições materiais do momento em que se fala, porque todos, dependemos de todos . E  nas sociedades mais avançadas e  com alto nível de especialização e divisão do trabalho, como dizia Durkheim nos seus processos de interação social,  em tempos de pandemia, todas estas interações sem responsabilidade social do que adiantam. 

MN, Macaubense formada em Ciências Sociais


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